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Boavista Futebol Clube junta-se á Cruz Vermelha Portuguesa em prol dos mais vulneráveis

O Boavista FC e a Cruz Vermelha Portuguesa assinaram um protocolo de cooperação no âmbito do programa de responsabilidade social BOAVISTA MAIS SOLIDÁRIO, que prevê, entre outras ações, a realização de uma angariação de fundos a reverter para a ação humanitária da CVP e que decorrerá até ao final da temporada desportiva de 2020/21.

Vítor Murta, Presidente do Boavista FC, e  Francisco George, Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, oficializaram a parceira no Estádio do Bessa Séc. XXI, numa cerimónia que contoucom a presença do Inspetor Tavares Rijo, Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Boavista FC, e da Prof. Fernanda Rodrigues, Presidente da Delegação do Porto da Cruz Vermelha.

Esta iniciativa prevê a angariação de fundos para a Cruz Vermelha Portuguesa, através da abertura de uma conta em nome da instituição, e que tem como único objetivo proporcionar uma recolha de donativos, a nível nacional, a fim de dotar a Cruz Vermelha Portuguesa de mais e melhores recursos que lhe permitam apoiar cada vez mais famílias carenciadas nesta fase de combate à covid-19.

Os donativos poderão ser feitos através de:

Transferência Bancária:  IBAN PT50 0010 0000 3537 2920 0019 8 ou através da Linha de valor acrescentado (1€ + IVA) 761 20 22 22.

O Boavista FC cederá, ainda, espaço publicitário à Cruz Vermelha Portuguesa, na sua camisola da equipa principal de futebol, já a partir de domingo, por altura da receção ao Belenenses SAD em jogo a contar para a Liga NOS, numa iniciativa que se prolongará até ao final da presente temporada.

Para nós é um enorme privilégio assinar este protocolo com uma instituição tão credível e séria, e que está sempre disponível para ajudar os que mais necessitam. O Boavista tem a obrigação de estar no pelotão da frente no combate à pobreza e foi por isso que nos disponibilizamos para ajudar a Cruz Vermelha Portuguesa nesta fase particularmente difícil que a sociedade atravessa”, começou por explicar Vítor Murta.

Os clubes de futebol têm obrigações sociais e nós queremos ser mais uma ferramenta que a Cruz Vermelha Portuguesa possa utilizar no combate à pobreza e à desigualdade. Para nós, será ainda um grande orgulho podermos ostentar na nossa camisola o símbolo da Cruz Vermelha Portuguesa”, acrescentou o presidente do Boavista FC.

A ideia foi igualmente partilhada por Francisco George, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa: “O Boavista FC é o primeiro clube a assinar um protocolo com a nossa instituição. É um exemplo, um modelo, até porque um clube não pode limitar a sua ação à vertente meramente desportiva. Um clube é muito mais do que isso, tem de assumir a sua responsabilidade social, e o Boavista FC está a dar um excelente exemplo à sociedade. Vamos aproveitar este casamento para potenciar o nosso trabalho de ajuda às populações mais vulneráveis”, referiu.

O Inspetor Tavares Rijo, Presidente da Mesa da Assembleia Geral do Boavista FC, também elogiou a parceria. “Este casamento assenta na perfeição porque são duas instituições que podem falar pelo seu passado e que, seguramente, terão continuidade no futuro. É evidente que um clube tem como primeira missão a prática desportiva e o sucesso, mas isso não nos impede de estarmos sempre ligados às pessoas, que é algo que faz parte da essência desta instituição”, afirmou.

Fernanda Rodrigues, Presidente da Delegação do Porto da Cruz Vermelha, também fez questão de destacar a originalidade deste protocolo de cooperação entre as duas instituições. “Queria reconhecer o inédito desta iniciativa do Boavista FC. O facto de ser num clube da cidade do Porto que isto se inicia enche-me de orgulho, até porque é quase sempre na capital, em Lisboa, que as coisas acontecem”, disse.

O BOAVISTA MAIS SOLIDÁRIO pretende, com esta iniciativa, afirmar o seu papel de responsabilidade social perante as grandes causas e os grandes desafios que enfrentamos na nossa comunidade, adensados pelo momento tão difícil como aquele em que vivemos atualmente.

Só em 2019, a Cruz Vermelha Portuguesa prestou apoio a mais de 47 350 famílias vulneráveis, 250 refugiados, 29 273 vítimas de violência doméstica, 6 943 crianças integradas em creches, pré-escolas, centros de atividade de tempos livres e centros de acolhimento temporário, 3 900 idosos vulneráveis e mais de 5 000 reclusos.

 

 

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